Introdução

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De repente tive uma vontade incontrolável de escrever este livro.Era como uma força me empurrando, não me deixando desistir. São histórias atuais, engraçadas, algumas trágicas, muitas são verdadeiras, onde os nomes dos personagens foram trocados para preservar suas identidades. De início, meu objetivo era um livro para pais e filhos lerem na cama, na hora de dormir, transmitindo sempre um modo de vida inteligente, de paz e bons conselhos. Depois, percebi que as histórias também poderiam ser lidas por professores, em sala de aula, debatendo os temas, de modo a se aprofundar neles. Aliás, é imprescindível que ao final de cada leitura seja feita uma reflexão sobre o tema para que o livro seja melhor aproveitado. Espero conseguir tocar o coração de alguém e só por isso, já terá valido a pena.

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16:35

Mãe passarinho

Naquele dia acordei atrasada para o trabalho. Tomei banho rápido, escovei os dentes, passei o protetor solar no rosto e peguei qualquer roupa no armário, sem escolher muito. Tomei um copo de leite e desci as escadas comendo uns biscoitos.
Ao chegar perto do carro, vi que havia uma coisinha caída em cima do caput. Oh, meu Deus! Era um filhote de passarinho. E estava morto. Segurei o bichinho entre os dedos: “– Será que está morto mesmo?” Estava. Coitado, nem penas tinha! , olhei para o teto da garagem para ver de onde ele caíra. A mãe dele havia feito o ninho dentro da caixa de luz; aquela estava vazia, sem lâmpada, com os fios. Pobrezinho...criado naquele lugar tão exíguo...
Peguei o carro, saí para o trânsito e fui pensando na vida dos pássaros; como criam seus filhos. Quando pequenos são tão frágeis e a mãe sai a procura de alimento. Na volta, traz na goela guardado o que vai dar ao rebento. Assim, ela cuida dele até que o instinto lhe diz que está na hora de empurrá-lo do ninho para ensiná-lo a voar. Ela não hesita e empurra mesmo! Mas ainda fica por perto para ajudá-lo a procurar comida por conta própria. Também ensina a fugir dos predadores. Quando sente que aprendeu, deixa que ele se vire sozinho.
Assim também devem ser as mães humanas. Aquelas que não agirem desse modo, cercando seus filhinhos de mimos ou entregues a empregadas, sem disciplina de horários, cheios de vontadinhas, verão crescer pessoas inseguras, onde a coragem, a decisão e a força de vontade serão fracas ou deformadas.

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